Lembro das aulas sobre o romatismo e a pneumonia como o mal do século. Eu me sentia totalmente seguro em relação a minha época, afinal em meio a tanto desenvolvimento o único "mal" que poderia assolar os românticos de hoje seria o de sofrer por amor.
Agora estamos aí, nos deparando todos os dias, de uma forma quase descontrolada, com algo que não está batendo mais só a porta do vizinho. É o prejuízo chamado "Câncer", ninguém sabe de onde vem, muito menos tem a certeza de como vai.
Acredito que essa frase foi dita por um médico, não sei ao certo, o que sei é que uma vez ouvi em um desses documentários da tv, que "todos temos um câncer dormindo em nós.". Onde estamos errando tanto ao ponto de despertar tanto sofrimento? Eu não tenho respostas, mas estou a mercê de Deus, e isso me conforta.
Em meio a tantas incertezas e perigos que rondam a vida de hoje, prefiro pensá-lo como a concretização do sofrimento de Lewis, o megafone de Deus para o mundo.
"O cara só é sinceramente ateu quando está muito bem de saúde."
Agora estamos aí, nos deparando todos os dias, de uma forma quase descontrolada, com algo que não está batendo mais só a porta do vizinho. É o prejuízo chamado "Câncer", ninguém sabe de onde vem, muito menos tem a certeza de como vai.
Acredito que essa frase foi dita por um médico, não sei ao certo, o que sei é que uma vez ouvi em um desses documentários da tv, que "todos temos um câncer dormindo em nós.". Onde estamos errando tanto ao ponto de despertar tanto sofrimento? Eu não tenho respostas, mas estou a mercê de Deus, e isso me conforta.
Em meio a tantas incertezas e perigos que rondam a vida de hoje, prefiro pensá-lo como a concretização do sofrimento de Lewis, o megafone de Deus para o mundo.
"O cara só é sinceramente ateu quando está muito bem de saúde."